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VAZOU A PROVA DO ENEM 2019!

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(Enem-2019) Quem descobriu o Brasil? a) (  ) Pedro Sérgio Cabral; b) (  ) Pedro Alves Cabral; c) (  ) Indígenas são indolentes; d) (X) Deus acima de tudo. (Enem-2019) Quanto é 2+2? a) (  ) 4,5 b) (  ) 3 c) (  ) 0 d) (X) Deus é o maior matemático (Enem-2019) Quais os elementos "Lutécio" e "Lantânio" na Tabela Periódica? a) (  ) O elemento é culpado; b) (  ) O elemento tem que ser torturado; c) (  ) O elemento é comunista; d) (X) "Lu" "La", mas ele tá na cadeia, babaca! (Enem-2019) Qual a conjugação do verbo Dar, no pretérito perfeito? a) (  ) Ele lavou uma grana; b) (  ) Tú és envolvido com milícia; c) (  ) Ele deu um cheque à primeira-dama; d) (X) Eu Deus, Tú Deus, Ele Deus, Nós Deus, Vós Deus e Eles Deus! (Enem-2019) Qual a Segunda Lei de Newton? a) (  ) A terra é plana; b) (  ) Coca-cola usa células de bebês abortados na sua fórmula; c) (  ) Lei da Reação dos Extrema-Direita; d) (X) A Lei...

A Maldade da Lei do Bem

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Os legisladores brasileiros são pródigos em criar leis que, no fim das contas, têm efeito oposto ao desejado devido ao emaranhado de regras. Um exemplo é a chamada Lei do Bem, aprovada em 2005 para incentivar os investimentos privados em inovação. Em vigor desde 2007, a legislação prevê isenção fiscal às empresas que investem em projetos científicos em parcerias com laboratórios públicos, como os de universidades federais e estaduais. Mas a via-crúcis até o benefício é tão tortuosa que a lei nunca pegou. Universidade de São Paulo: só ela conseguiu recursos da lei de incentivo  à inovação —  e uma única vez Só um contrato saiu do papel, entre a fabricante de software paulistana Scopus e a Universidade de São Paulo. “O enrosco começa no fato de que a lei serve a uma minoria de empresas”, diz Feliciano Aldazabal, gerente da Consultoria F. Iniciativas, especializadas na obtenção de benefícios fiscais. Pelo texto, só pode pleitear o benefício quem paga impostos pel...

Universidades são alvo de operações por suposta propaganda eleitoral

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Entidades acadêmicas contestam ações e classificam da Justiça Eleitoral e do Ministério Público como 'ataque severo à democracia' Pelo menos duas universidades – a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, e da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), campus de Serrinha (a 175 km de Salvador) – foram alvo nesta quinta-feira, 25, de ações da Justiça Eleitoral ou do Ministério Público Eleitoral por suposta propaganda eleitoral irregular a favor do candidato do PT ao Palácio do Planalto, Fernando Haddad, que disputa o segundo turno das eleições presidenciais com Jair Bolsonaro (PSL). Já na Universidade Federal de Grandes Dourados (UFGD), no Mato Grosso do Sul, na manhã desta quinta, a Polícia Federal impediu, a mando do juiz eleitoral Rubens Witzel Filho, a realização de uma palestra sobre fascismo marcada para acontecer na instituição de ensino. Na decisão, o magistrado alegou que o prédio, por ser público, não poderia ser usado para campanha política, ...